Atitudes, Palavras e Palavrões


Nestes últimos dias voltei a atuar em um projeto que já tinha ficado pra trás; esta volta se deu porque as coisas não estavam certas como deveriam estar… senti no ar um misto de frustração de algumas pessoas com a burocracia do processo e desmotivação de outros,  acho que estas coisas definem pra mim o atual estagio da coisa – resultado disso tudo: desgastes.

Mas a volta teve seu lado bom, tenho procurado olhar o copo meio cheio, talvez a idade me faz estar mais sensato e sereno (se é que já posso usar estas palavras pra mim).

Descobri e conheci algumas companhias novas que já tinha certo contato mas que  por motivos alheios a nossa vontade ainda não tínhamos muito contato ou não tínhamos cruzados nossos destinos profissionais.

Admiro pessoas que falam o que pensam, que externam sentimentos, sejam eles bons ou ruins.

Pessoas que não tem receios de ser sempre agradáveis e são o que são.
Pessoas que agem pra resolver, mesmo que estas atitudes causem um certo desconforto, mas que sabemos que foi por um motivo nobre – o de fazer a coisa andar, o de resolver!

E isso tudo não se nota somente em  atitudes mas também por palavras, porque falamos um idioma que nos permite usar entonações, acentuações que mudam os sentidos das coisas; usamos um idioma latino que expressa sentimentos e emoções – nada como o frio saxão onde IT quer dizer quase tudo e o sujeito muitas vezes não tem nem sexo definido.

Usando o nosso idioma e as características pessoais citadas neste texto que me permito fizer que alguns palavrões são péssimos na boca de alguns,  mas fazem total sentido na boca de outros.
Pra alguns o palavrão expressa um sentimento, um desabafo sem que estes tenham tons pejorativos ou que denigram a imagem de quem o pronuncia, e ainda refletem a praticidade que vida moderna nas organizações exige – a linguagem das ruas a linguagem do dia-a-dia de qualquer nação/povo.

E praticidade é algo que eu realmente admiro, como sempre digo para uma companheira aqui do escritório – detesto gente roda-presa.

Engraçado é que é a segunda vez que tenho este pensamento na semana, por diferentes motivos… estes dias falando com minha prof estava falando sobre minha infância e minhas coleções de gibis… lí muito na minha infância, tinha pilhas e pilhas de gibis da Turma da Mônica, Cebolinha, Tio Patinhas, Zé Carioca

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